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Confira os impactos da insatisfação dos funcionários para as empresas

Já falamos diversas vezes por aqui que felicidade e trabalho tem tudo a ver. Pelo menos é o que aponta o estudo feito pela Universidade de Warwick, no Reino Unido, que mostra que colaboradores felizes são 12% mais produtivos. Justamente por isso, a insatisfação dos funcionários tende a impactar negativamente as empresas, em diferentes aspectos. Mas como identificar o que está afetando o bem-estar de um profissional? Existem maneiras de evitar ou resolver esse tipo de problema? É o que

“O trabalho está matando as pessoas”: assista à entrevista exclusiva com Jeffrey Pfeffer

Como temos falado diversas vezes por aqui, um bom salário não é mais um fator determinante para as pessoas  trabalharem com prazer todos os dias. Os profissionais atuais – especialmente os millennials (nascidos entre 1981 e 1996), – estão em busca de outro benefício tão importante quanto: o bem-estar no trabalho. Mas será que as empresas estão realmente dispostas a oferecê-lo? Para Jeffrey Pfeffer, professor de Comportamento Organizacional da Stanford Graduate School of Business, as lideranças não têm se preocupado com

“Work life balance” ou “work life integration”: veja qual conceito trabalhar com seus colaboradores

Na era digital em que vivemos, o trabalho tem se misturado cada vez mais com a nossa vida pessoal. E como consequência desse contexto, uma mudança de comportamento tem chamado a atenção dos especialistas em gestão de pessoas: a migração do conceito “work life balance” para o modelo “work life integration”. A seguir, falaremos melhor sobre cada um deles e explicaremos quais as suas implicações para empresas e colaboradores. Confira! Por dentro dos conceitos “work life balance” e “work life